A Saga não terminou
16/04/2010 Deixe um comentário
Minha Saga com a Brasil Telecom não acabou, apenas mudou de nome, já que a Oi comprou a Brt e agora chamam Oi Brt. (clique aqui e leia os episódios 1, 2, 3 e 4)
Sei que estou devendo os detalhes da história desde que mudei novamente. Vou fazer um breve resumo e abrir um parêntese para essa história.
Partindo do principio que em ações judiciais não há vencedores, sai com duas respostas positivas nas ações que foram impetradas contra a Oi Brt. Tanto a devolução do prejuízo que tive com o 3G como na ações indenizatória por conta da lambaça que foram feitas quando tive que mudar de central e da portabilidade que eles me meteram.
Só que agora no final de 2009 inicio de 2010 tive novamente que mudar de endereço e por conseguinte de central telefônica. O resultado é que uma nova ação tramita no Juizado Especial Civil com fatos bem pitorescos.
Mas vamos a história que quero mostrar, que tá lá no site do Jornal Hoje:
Um consumidor sofre um infarto e morre após enfrentar uma longa espera para ser atendido pelo call center de uma operadora de telefonia. Esse episódio abriu um precedente no Rio Grande do Sul: a Justiça decidiu que a empresa indenize a família da vítima em R$20 mil reais.
Foram três meses tentando cancelar o serviço de banda larga. A família lembra da noite em que a ligação durou 45 minutos. Carlos, que era hipertenso, começou a sentir-se mal.
“Dizia que estava apertando o pescoço dele, que tinha subido a pressão e quando foi na sexta ele enfartou” conta a viúva Elaine Bulling.
Carlos foi levado ao hospital, mas não resistiu.
Em Porto Alegre, a Justiça condenou a empresa a pagar R$20.400 de indenização à viúva de Carlos. A decisão foi unânime. Para os juízes, o mal súbito que levou o cliente à morte foi provocado pela indignação de ter que se submeter ao improdutivo sistema de atendimento da companhia.
O relator do processo diz que empresas de telefonia estão entre as líderes de reclamações dos consumidores.
“Se trata de serviço de concessão do Estado, seja pela atenção às regras do código de defesa do consumidor. Impõe-se que essas empresas atentem para a necessidade de melhor atender o consumidor”, afirma o juiz Carlos Eduardo Richinitti
Para a família, a sentença será um exemplo: ”Trazê-lo de volta a gente não vai, mas pelo menos a gente ta fazendo uma coisa que as pessoas que tão se incomodando hoje procure correr atrás”, diz Miriam Bulling, filha De Carlos.
Como ainda cabe recurso no Supremo Tribunal Federal, a operadora disse que não comenta ações judiciais em andamento.
SRN!!!
(Em breve a nova temporada da Saga)







