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15/04/2012 Deixe um comentário
direto do mobile
O blog ta parado, deu pra perceber. Mas vamos começar novos tempos e novos projetos… Espero
Enquanto isso… Da minha janela ainda tem muita injustiça
…tamanho não precisa de diploma
15/04/2012 Deixe um comentário
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O blog ta parado, deu pra perceber. Mas vamos começar novos tempos e novos projetos… Espero
Enquanto isso… Da minha janela ainda tem muita injustiça
01/08/2011 1 Comentário
Ontem (31/7) durante uma passagem no Rio Juruá, o médico Draúzio Varela cometeu uma gafe geográfica ao dizer que as estradas do Acre só são transitáveis no verão. Não o culpo porque claramente ele obteve a informação de algum membro da comunidade local que internalizou o erro.
Mas afinal porque o acriano e o amazônida em geral têm essa estranha mania de trocar as estações do ano e achar que vive no hemisfério norte? A explicação é histórica: Colonizados por portugueses, que faziam a associação do período aqui chuvoso de dezembro a março com o inverno europeu quando há predominância de nevascas (portanto inverno no continente europeu). Isso acabou por vincular o inverno ao período chuvoso e o verão ao período seco.
Caro Draúzio, graças a uma estranha política (agora revelada através dos escândalos do DNIT) as estradas acrianas são transitáveis de junho a setembro, durante o inverno no hemisfério sul.
O verão no hemisfério sul, esse da linha do equador para baixo, vai de dezembro a março e caracterizado por fortes chuvas, muito calor, inundações e epidemias de dengue. Já o inverno começa em junho e vai até setembro e é caracterizado por frentes frias e baixas temperaturas, ausência de chuvas, baixa umidade do ar e queimadas.
Assim sendo, seria o tal verão amazônico aquele que acaba em setembro, coincidentemente com o inicio da primavera no resto do hemisfério sul e o vulgo inverno amazônico aquele que finda lá pelos meados de maio, mais ou menos no outono.
Chamar esse período (sem chuvas e mais seco), de verão amazônico é tornar o remendo pior que o soneto, afinal como diria Paulo Maluf quando questionado sobre a OEA (em resposta bem clara disse: “Pra mim O é O e A é A”), da mesma forma inverno é inverno e verão é verão
Draúzio Varela falou muitas verdades sobre a Amazônia e o Acre, menos uma: Não há verão nem inverno na Amazônia Dr! Até isso o homo capitalis já conseguiu mudar. Verão, outono, inverno e primavera já não são os mesmos nesses tempos de mudanças climáticas.
A região amazônica traz tantas peculiaridades e não precisa de mais essa. É tão evidente que o povo vive em regime das águas. Então para não aprofundar a polêmica vamos chamar apenas de época das chuvas e época da seca ou para os mais eloquentes, período chuvoso ou período seco.
Senhores jornalistas: Não sois máquinas, pensantes é o que sois
15/06/2011 Deixe um comentário
Os oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que participaram do julgamento desta quarta-feira (15) foram unânimes em liberar as manifestações pela legalização das drogas, como a Marcha da Maconha, no Brasil. Eles consideraram que as manifestações são um exercício da liberdade de expressão e não apologia ao crime, como argumentavam juízes que já proibiram a marcha anteriormente
http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=11703032&tv=2
(via UOL Notícias)
Enquanto isso no Acre, a passos de caranguejo (sempre para trás), jogando “Aquilo no Ventilador”
10/04/2011 Deixe um comentário
Assine o manifesto http://www.avaaz.org/po/peticao_codigo_florestal/?sos e diga não às alterações no Código Florestal Brasileiro.
06/11/2009 1 Comentário
SR. IVES GANDRA FILHO, MINISTRO DO CNJ, NÃO ILUDA A POPULAÇÃO BRASILEIRA.
O Ministro Sr. Ives Gandra Filho, atribuiu a morosidade do Poder Judiciário à carga horária dos servidores que trabalham seis horas por dia. Nada mais enganoso, nada mais falacioso. Refletimos: a) Primeiro equívoco do Ministro: confundir quantidade de horas trabalhadas com qualidade das horas trabalhadas, ou seja, um servidor pode trabalhar oito horas por dia e não produzir quase nada no seu trabalho, da mesma forma, um juiz pode trabalhar oito horas por dia e não exarar nenhuma sentença; ao passo que tanto um juiz como um servidor poderá produzir muito mais em seis horas dependendo da gestão. Como vimos, é uma questão de gerenciamento do trabalho; b) Segundo equívoco do Ministro: confundir o trabalho meio do servidor do judiciário com o trabalho fim dos magistrados, ou seja, desde quando servidor do Judiciário exara sentença? Desde quando servidores de gabinetes prolatam acórdão? O cidadão quer uma resposta fim que é a sentença dos juízes e o acórdão dos desembargadores e não uma resposta meio do servidor que é transportar, arquivar, carimbar processos, fazer atas, etc. Estes não decidem nada, cabem a eles apenas os serviços auxiliares; c) Terceiro equívoco do Ministro: tratar igualmente os desiguais, ou seja, os servidores são avaliados todos os anos pelos seus chefes que geralmente são Juízes e Desembargadores, e caso não passem nessas avaliações, os servidores não progridem, não ganham produtividade, não são promovidos e podem ficar inclusive em disponibilidade podendo ser até demitidos do serviço público por inaptidão, agora, perguntamos: desde quando os Juízes e Desembargadores são avaliados pela produtividade, pela assiduidade, pela freqüência, pela pontualidade, etc.? Pode alguém responder: mas tem a Corregedoria. Sim, tem. Mas quem sabe o quê? O cidadão é que nos paga. Quem tem que saber que um determinado Juiz ou um Desembargador é desidioso, que é improdutivo, que é preguiçoso, é principalmente o cidadão. Acrescentamos ainda o fato de que os processos administrativos abertos contra os servidores têm começo, meio e fim, tem punição e todos sabem quem é o servidor processado. E os processos administrativos contra os Juízes e Desembargadores? É um porão: Os nomes são ocultos, ninguém sabe a tipificação do delito, não se sabe se houve punição e assim a impunidade reina e a morosidade também. Chamo ainda a atenção para o fato de que, se os Juízes e Desembargadores como chefes de seus subordinados avaliam bem o trabalho dos servidores dentro da atual carga horária fica a pergunta: Todos estão errados ou somente o Ministro está certo? d) Quarto equívoco do Ministro: confundir cargo de gerenciamento com cargo de jurisdição, ou seja, o magistrado pode ser um excelente Juiz ou Desembargador, com uma ótima produtividade jurisdicional, com um saber jurídico notório, com sentenças bem fundamentadas, etc. ao passo que investido no cargo de presidente de um tribunal, de responsável por uma vara ou no cargo de diretor de um fórum, tarefas eminentemente administrativas é um caos, uma verdadeira inaptidão para a máquina pública. Isto porque administrar exige outras habilidades que não estão no bojo da área jurídica como planejamento, previsão de gastos, estoques de material, qualificação de pessoal, etc. Além de alguns dotes pessoais como: sensibilidade, iniciativa, jogo de cintura, empreendedorismo, etc. Ou seja, o Judiciário tem que ter urgente o cargo de gestor, com independência funcional, para não sucumbir as pressões internas e externas dos próprios membros do Poder Judiciário fazendo valer a máxima que é: “todos é para ser administrados, porém, nem todos tem a habilidade de administrar”.
Segundo a reportagem do Jornal do Comércio de Pernambuco, O Ministro também alega que a “intenção do CNJ é reduzir gastos com horas extras”. Disse também que “Às vezes vemos que, para receber hora extra, as pessoas não fazem o trabalho no horário normal”. Refletimos Ministro! Mais uma vez o problema é de gestão. Se nesses lugares houvesse metas a cumprir, objetivos a alcançar, avaliações permanentes, punições aplicadas aos (in)rresponsáveis, certamente isto não ocorreria.
A reportagem fala ainda de que “em muitos lugares o pessoal trabalhava 6 horas por dia e recebia hora extra”. Se o Ministro encontrou tais fatos não é mais caso de gestão e sim de polícia. Isso é enriquecimento ilícito; é improbidade administrativa praticar ato visando fim proibido em lei. O Ministro precisa dar uma satisfação à sociedade porque ela quer saber. O Senado Federal recentemente usou desse expediente e a Sociedade exigiu uma satisfação.
Medidas como uma resolução como essa, que não é discutida nas bases, que não respeita as realidades da administração pública de cada Região não resolvem absolutamente nada porque não atinge o cerne do problema, mas, serve para dar uma satisfação psicológica a sociedade e é aí que reside a ilusão!
São extremamente salutares as iniciativas do CNJ que visem à melhoria da prestação jurisdicional do Poder Judiciário, porém, teremos que ter muita cautela para identificar realmente a causa da morosidade do Poder Judiciário. E uma vez identificada ter a coragem de enfrentá-las.
Senhor Ministro se não tiver coragem de enfrentar a categoria dos magistrados brasileiros não faça da categoria dos servidores do judiciário um bode expiatório. Portanto, não iluda a população e nem preste um desserviço a sociedade brasileira. Mesmo assim, acredito nas suas boas intenções porque só erra quem está fazendo alguma coisa. Quem não faz nada nunca vai errar e muito menos acertar.
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Prof. Samuel Filho.
07/09/2009 Deixe um comentário
Não é de hoje que as leis aqui no Brasil servem a muitos interesses e a poucas pessoas, um pequeno grupo de assemelhados que se mantêm no poder graças ao desequilíbrio de forças nas casas legislativas do país.
Em resumo a fórmula é bem simples, quanto mais parlamentares de uma mesma coligação, mais desrespeitadas são as leis. Ontem a regulamentação da grilagem da Amazônia, hoje a própria constituição em seu artigo 37 da Constituição Federal, que dispõe: “a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridade ou servidores públicos”.
Seja uma simples lei que disciplina as filas em bancos, que jamais foi fiscalizada, passando por publicidade de ente público em homenagem a pessoa viva e até aos exageros de propaganda partidária confundindo a população em plano fático em bens adquiridos com recursos públicos.
Não que João Donato vá largar os pianos e Glória Perez deixar Maya e Bahuan de lado para concorrer a algum cargo público no Acre, mas outras figuras ainda estão em plena e ascendente atuação no cenário político.
Como dizem os twitteiros… E ai? #comofas?
Querer acreditar que essa estrela faça referência a bandeira do Estado é o mesmo que me dizer que os meus impostos são aplicados em saúde, educação e na melhoria da qualidade de vida da população. Que as filas do pronto socorro não existem e que o Lula não sabia do mensalão.
Querer usar recurso público para se perpetuar no poder não é desrespeitoso somente a Constituição, à Administração Pública, é um desrespeito ao povo e a democracia brasileira e prova a cada dia que é imatura, insegura e frágil.
Nossa democracia tem que evoluir pelo bem do nosso patrimônio, pelo bem do nosso país.
É meus amigos tem gente que tem mais medo da estrela do helicóptero que o diabo da cruz. Feliz dia da independência.
SRN!!!
03/09/2009 Deixe um comentário
A saída da Senadora Marina Silva do PT me fez crer que algumas coisas ainda são possíveis, e o último jogo do Fluminense pela televisão me fez crer que há coisas impossíveis também, e não é uma questão de fé, só de lógica.
Acreditar naquilo que tanto desejamos e esperar o “cara lá de cima” fica somente nas letrinhas da música da Xuxa, que acredita tanto no Brasil que alfabetizou sua filha em inglês. Um novo Brasil é possível? Sim, nós podemos! Um novo Flamengo é possível? Sim nós podemos! Um novo mundo é possível sim! Porém se depender só da fé esse novo mundo só existirá no imaginário coletivo.
Agora um Fluminense na Série A ano que vem? Caros tricolores sinto muito em informar que São Judas Tadeu já anda bem ocupado com a Nação Rubronegra,
Enquanto isso, Jesus não tem dentes no país dos banguelas.

Ahhh!!! O MPF já se pronunciou sobre esse absurdo ai de cima, confira aqui!
15/08/2009 1 Comentário
Patrícia Amorim Sihman tem 40 anos, é carioca, casada e mãe de quatro filhos. é uma nadadora brasileira e foi 28 vezes campeã brasileira nos 200, 400, 800 e 1.500 metros livres. Entre os anos de 1983 a 1989, quebrou 29 recordes sul-americanos e interrompeu a sequência de 12 de ausência da natação feminina brasileira nos Jogos Olímpicos indo aos Jogos de Seul em 1988, onde não chegou às finais, mas estabeleceu os recordes sul-americanos nos 200 e 400 metros livres.
Nascida no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1969, começou a carreira aos 3 anos de idade, surpreendeu a todos quando conseguiu nadar da Praia do Flamengo até a Praia Vermelha.
Após terminar sua carreira na natação, Patrícia permaneceu no clube de Regatas Flamengo até hoje, onde coordena a equipe de esportes do clube. Patrícia também marcou a história da natação brasileira a ser a primeira atleta do esporte a conseguir um patrocinador.
Foi eleita em 2000 com 24.651 votos para a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro com o lema de defender os interesses do esporte. Reeleita para seu terceiro mandato de vereadora da cidade com mais de 21 mil votos, Patrícia foi eleita por unanimidade Segunda Secretária da mesa diretora da casa legislativa. Vai continuar seu trabalho em defesa do desenvolvimento de políticas de esportes e lazer para a cidade. Patrícia se formou na UFRJ e atua na Câmara dos Vereadores promovendo o diálogo com os profissionais de educação física. Está na luta junto ao Conselho Regional de Educação Física (CREF) por melhores condições de salário e trabalho para a categoria. Também pressiona a prefeitura para que vilas olímpicas e centros esportivos municipais contem com profissionais concursados evitando o uso político de instituições públicas.
Maria Osmarina Silva Vaz de Lima, nasceu em Rio Branco, em 8 de fevereiro de 1958 é uma política brasileira, ambientalista e pedagoga. Nasceu em uma “colocação” (subdivisão de um seringal) chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco, capital do estado do Acre. Seus pais, tiveram onze filhos, dos quais oito sobreviveram.
Levada à atividade política e social pela Igreja Católica, Marina acabou por ter contato com obras marxistas quando entrou na universidade. Formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.
Foi professora na rede de ensino de segundo grau e foi companheira de luta de Chico Mendes, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco em 1988, causou polêmica por combater os privilégios dos vereadores. Com isso passou a ter muitos adversários políticos, mas a admiração popular também cresceu. Foi deputada estadual e atualmente senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação.
Pode-se dizer que se tornou uma das principais vozes da Amazônia, tendo sido responsável por vários projetos, entre eles o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.
Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo, quando os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos de preservação ambiental.
Mas o que elas tem em comum? Fora o simples fato de serem mulheres, terem vindo de suas respectivas bases e construído uma história de luta e conquistas por onde passaram, ambas são candidatas a presidente e encheram a Nação de esperanças essa semana, esperanças de mudanças profundas se eleitas forem. Apesar de minhas opções pessoais serem diferentes das apresentadas (Leonardo e Heloísa), algo novo está no ar, isso eu não tenho dúvidas. Uma é a candidata a presidência da Nação e outra, bom, a outra é candidata a presidência do Brasil.
SRN!!!
14/07/2009 Deixe um comentário
De Janeiro a Março, Rio Branco viveu uma das maiores epidemias de dengue e quase nada se falou na imprensa. A Secretaria de Saúde parecia o Ministro da Saúde quando hoje fala da gripe A, “esta tudo sob controle”, quando na verdade todos os dias registravam-se mais de 200 casos.
Lamentávelmente houveram óbitos por conta de dengue homorrágica além de um número absurdo de casos. Há indicadores simples que a população podia acompanhar sem precisar usar os recursos da estatística oficial, bastava passar em frente ao Pronto Socorro e ver as filas imensas que se formavam na porta e nos postos de saúde, no trabalho dois colegas faltaram mais de uma semana e o fumacê infelizmente só entra em campo quando a situação tá feia.
Na Bolívia o H1N1 está fora de controle, e o Acre é porta direta de entrada para aquele país. Sem falar na crise institucional que se abala no Senado Federal, evidenciando o quão inchada está aquela casa. Ainda tem a CPI da Pedofilia que caminha a passos de tartaruga na ALEAC e outras CPI´s que queimam na fogueira das vaidades em todas as casas legislativas desse país. Tudo isso acontecendo e a BFA (Bancada Federal Acriana) dando milho aos pombos, basflemando até a Bíblia no intuito de continuar a ser “acreano” e não “acriano”. Vamos ter paciência, vamos ter bom senso, vamos ter noção, vamos deixar a demência de lado e nos preocupar com a população que morre nas filas do pronto socorro, nas filas da fundação hospitalar e dos postos de saúde.
Rio Branco hoje tem uma média de 8 assaltos por dia, quem lê isso e não é daqui acha que Rio Branco é uma cidade tranquila, o lugar ideal para se viver, mas vale lembrar que até ano passado a média de homícidos era de 3 a 4 por mês, hoje temos isso por semana, e à medida que a coisa vai teremos isso por dia. A escalada da violência é assustora e sensível a população, nos noticiários sensacionalistas não é preciso mais espremer para sair sangue, basta ligar a TV. Mas a bancada federal está preocupada com um “i” no lugar de um “e” em nome da tradição, da cultural e dos bons costumes.
O acriano é um povo que lutou para ser brasileiro e tem dentro de si um sentimento muito grande de territorialidade, isso é inegável. O que também é inegável é ver determinados setores se apropriando desse sentimento e desviar o foco da população acriana dos seus verdadeiros problemas. Como diria um professor da faculdade: Foco meu povo! Foco!
SRN!!!