Presidenciáveis
15/08/2009 1 Comentário
Patrícia Amorim Sihman tem 40 anos, é carioca, casada e mãe de quatro filhos. é uma nadadora brasileira e foi 28 vezes campeã brasileira nos 200, 400, 800 e 1.500 metros livres. Entre os anos de 1983 a 1989, quebrou 29 recordes sul-americanos e interrompeu a sequência de 12 de ausência da natação feminina brasileira nos Jogos Olímpicos indo aos Jogos de Seul em 1988, onde não chegou às finais, mas estabeleceu os recordes sul-americanos nos 200 e 400 metros livres.
Nascida no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1969, começou a carreira aos 3 anos de idade, surpreendeu a todos quando conseguiu nadar da Praia do Flamengo até a Praia Vermelha.
Após terminar sua carreira na natação, Patrícia permaneceu no clube de Regatas Flamengo até hoje, onde coordena a equipe de esportes do clube. Patrícia também marcou a história da natação brasileira a ser a primeira atleta do esporte a conseguir um patrocinador.
Foi eleita em 2000 com 24.651 votos para a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro com o lema de defender os interesses do esporte. Reeleita para seu terceiro mandato de vereadora da cidade com mais de 21 mil votos, Patrícia foi eleita por unanimidade Segunda Secretária da mesa diretora da casa legislativa. Vai continuar seu trabalho em defesa do desenvolvimento de políticas de esportes e lazer para a cidade. Patrícia se formou na UFRJ e atua na Câmara dos Vereadores promovendo o diálogo com os profissionais de educação física. Está na luta junto ao Conselho Regional de Educação Física (CREF) por melhores condições de salário e trabalho para a categoria. Também pressiona a prefeitura para que vilas olímpicas e centros esportivos municipais contem com profissionais concursados evitando o uso político de instituições públicas.
Maria Osmarina Silva Vaz de Lima, nasceu em Rio Branco, em 8 de fevereiro de 1958 é uma política brasileira, ambientalista e pedagoga. Nasceu em uma “colocação” (subdivisão de um seringal) chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco, capital do estado do Acre. Seus pais, tiveram onze filhos, dos quais oito sobreviveram.
Levada à atividade política e social pela Igreja Católica, Marina acabou por ter contato com obras marxistas quando entrou na universidade. Formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.
Foi professora na rede de ensino de segundo grau e foi companheira de luta de Chico Mendes, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco em 1988, causou polêmica por combater os privilégios dos vereadores. Com isso passou a ter muitos adversários políticos, mas a admiração popular também cresceu. Foi deputada estadual e atualmente senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação.
Pode-se dizer que se tornou uma das principais vozes da Amazônia, tendo sido responsável por vários projetos, entre eles o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.
Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo, quando os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos de preservação ambiental.
Mas o que elas tem em comum? Fora o simples fato de serem mulheres, terem vindo de suas respectivas bases e construído uma história de luta e conquistas por onde passaram, ambas são candidatas a presidente e encheram a Nação de esperanças essa semana, esperanças de mudanças profundas se eleitas forem. Apesar de minhas opções pessoais serem diferentes das apresentadas (Leonardo e Heloísa), algo novo está no ar, isso eu não tenho dúvidas. Uma é a candidata a presidência da Nação e outra, bom, a outra é candidata a presidência do Brasil.
SRN!!!








